Chile


Com um futebol rápido e envolvente o Chile foi aos poucos conquistando seus torcedores. Com bons jogadores como Sanchez, Valdívia, Gonzalez e Suazo, a equipe ficou em segundo lugar nas Eliminatórias e o país descobriu um novo ídolo: o técnico Marcelo Bielsa.

Conhecido com El loco, o ex-treinador da Argentina armou o time em um 3-4-3, com dois pontas e muito toque de bola. A marcação é fraca, mas a possível convocação de Maldonado, pode ajudar o sistema defensivo.

O goleiro Bravo é quase um herói nacional, mas debaixo das traves é muito fraco.



Time-base: Bravo; Vidal, Ponce e Medel; Milar, Carmona, Careceda e Valdívia; Sanchez, Suazo e Gonzalez.

Técnico: Marcelo Bielsa.

Ranking da Fifa: 13

Craque: Valdívia (Al Ain).

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Honduras


Pela segunda vez na Copa do Mundo, Honduras vai até a África do Sul para passear. O time é o que podemos chamar de exército de um homem só. O único que sabe o que é futebol é David Suazo, da Inter de Milão.

Nas eliminatórias, conseguiram razoável campanha na fraca Concacaf, com 10 vitórias, dois empates e seis derrotas. Na repescagem ganharam a vaga de El Salvador.

O técnico Reinaldo Rueda escala o time no 3-5-2, explorando a velocidade de seus atacantes.


Time-base: Valladares; Sabillón, Chavez e Figueroa; Izaguirre, Alvarez, Palácios, Guevera e De León; Pavón e Suazo.

Técnico: Reinaldo Rueda.

Ranking da Fifa: 36

Craque: David Suazo (Genoa).


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A falta de Cabañas




Em 2006, o assunto principal era o peso de Ronaldo, Adriano e Ronaldinho Gaúcho. Todos eram vistos com quilos a mais, o que prejudicou a seleção. Mas será exatamente um gordinho que mais fará falta ao Paraguai: o atacante Salvador Cabañas. A forma rechonchuda do paraguaio não parece influenciar no seu fôlego e na capacidade de fazer gols. Que o digam os torcedores do Santos e, principalmente, do Flamengo. Pelo América do México, foi duas vezes artilheiro da Libertadores e tem 10 gols pelo seu país.


Infelizmente, após ficar entre a vida e a morte, Cabañas ainda se recupera do tiro que levou na cabeça e que afetou a sua memória. Até sua volta ao futebol é incerta. Certeza é de que os paraguaios preferiram ver a barriguinha proeminente do artilheiro em ação. Com ele em campo, talvez os adversários não deem nada ao Paraguai. Devem pensar: um time não pode ter um jogador profissional com porte de peladeiro de fim de semana do time dos casados. Mas aí se enganam e não contam com a habilidade e a qualidade que dá também ao meio-campo.

No seu lugar, terão de torcer pelo experiente e envelhecido Cardozo. E Roque Santa Cruz, como goleador. Vai fazer falta no Mundial.



Tatiana Furtado
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Curiosidades



Gols que valeram um possante

Gol de mão de Maradona, gol de lençol de Pelé... Gols que dizem não ter preço. Mas há bolas na rede que valem muito mais do que a vitória, classificação ou título. Pelo menos materialmente. Na Copa de 90, os jogadores dos Emirados Árabes Ali Thani Jumaa e Khalid Ismail Mubarak fizeram um cada contra Iugoslávia e Alemanha, respectivamente, e ganhara como mimo um Rolls Royce cada um.

Agulha compartilhada


Uma das grandes injustiças em Copas foi a derrota da Hungria, de Puskas, na final de 54 para a Alemanha, formada por jogadores amadores. Logo após o título no considerado Milagre de Berna, um surto de icterícia se espalhou entre os alemães. A hipótese levantada por um documentário diz que os jogadores receberam injeções de alguma substância por uma mesma agulha, roubada de um médico soviético. Verdade ou mais uma lenda das copas?


A regra não é clara?

Há seleções que apenas fazem figuração nas copas. Como a do Zaire (atual Congo) em 74, que chegou a levar nove gols da Iugoslávia numa partida. Mas fatos, de tão inusitados, a levaram ganhar o noticiário. No jogo contra o Brasil, pela fase de grupos, um jogador da equipe africana mostrou total desconhecimento das regras. Quando o juiz apitou cobrança de falta para os brasileiros, Mwepu correu para bola e chutou longe. Recebeu amarelo e não entendeu o motivo.
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Suíça


O destaque suíço está no banco de reservas. O alemão Ottmar Hitzfeld, campeão da Liga dos Campeões por Borussia Dortmund e Bayern de Munique chegou depois da Eurocopa de 2008 e deu um jeito na equipe

Em um grupo fraco nas Eliminatórias, os suíços fizeram boa campanha e em dez jogos, os venceram seis, empataram três e perderam para Luxemburgo.

O objetivo é ir às quartas de final, como em 1954, mas conseguir superar o Chile e passar de fase já seria um grande feito para este time obediente taticamente, mas com sérias limitações técnicas.



Time-base: Benaglio; Liechsteiner, Senderos, Von Bergen e Magnin; Barnetta, Guggel, Inler e Reto Ziegler; Nkufo e Frei.


Técnico: Ottmar Hitzfeld.

Ranking da Fifa: 20

Craque: Senderos (Everton).


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Espanha


Uma das grandes apostas ao título, a Espanha chega à África do Sul como favorita ao lado do Brasil. Este favoritismo não é a toa, visto que os espanhóis tem alguns dos melhores jogadores do mundo. Só que geralmente os espanhóis lidam mal com a condição de favoritos.

Além disto, a fúria é atual campeã da Eurocopa e nas Eliminatórias venceu todos os seus dez jogos em um grupo relativamente forte com Bélgica, Bósnia Herzegovina, Turquia, Estônia e Armênia.

O time é recheado de craques como Iniesta, Fabregás (que é banco), Casillas, Villa e Fernando Torres. Mas o grande jogador da equipe é Xavi, que marca e cria com excelência, além de ter sido eleito o terceiro melhor jogador do mundo em 2009.

Se souber lidar com o favoritismo, a Espanha tem tudo para ir muito bem na Copa e com um pouco de sorte, chegar ao título.



Time-base: Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Marchena e Capdevilla; Marcos Senna, Xavi, Iniesta e David Silva; Villa e Torres.


Técnico: Vicent Del bosque.

Ranking da Fifa: 1

Craque: Xavi (Barcelona).


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Haja naturalizados!


Definitivamente esta é a Copa dos naturalizados. Muito se fala da seleção portuguesa que tem três "brasileiros", Deco, Pepe e Liédson, além do venezuelano Danny, mas em outras seleções este processo também ocorre, porém sem tanto alarde.

A Fifa já aumentou de dois para cinco anos o tempo mínimo que jogadores têm que viver em um país antes de se naturalizar e jogar pela seleção. Isso se já não tiver defendido seleções de base de seu país de origem em competições da entidade

Nos Estados Unidos, o carioca Benny Feilhaber foi para os Estados Unidos com os pais quando tinha 6 anose vai disputar o Mundial. Na Alemanha, Cacau tem se destacado na seleção de Joaquim Low, assim como Marcus Tulio, no Japão.

Na Itália, o voluntarioso Mauro Camoranesi é nascido em Tandil, na Argentina, assim como o meia Matías Fernandez da seleção do Chile e Lucas Barrios, do Paraguai. mas, pelo menos nos dois últimos casos, o pai ou a mãe dos jogadores nasceram no país o qual eles vão representar.

Em Gana, Kevin Boateng é alemão de nascimento e de carreira, mas seu pai é ganês. E até na misteriosa Coreia do Norte, Jong Tae-Se joga no Japão, nasceu na Coreia do Sul, mas escolheu defender as cores norte coreanas. Podemos ainda citar as seleçoes da Suiça e Argélia, onde mais da metade da seleção pelas regras têm mais de metade dos jogadores que não nasceram no país.

Isso, sem falar nos que foram preteridos como Leandro Augusto (Mexico), Amaury (Itália), Kevin Kuranyi, Marcos Senna (Espanha), Paulo Assunção (Portugal)

Se continuarmos assim, vai ser como no futsal, onde os dez convocados pela Itália são brasileiros.


Rodrigo Stafford
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O que falta aos africanos?




Da minha memória, desde a Copa de 90 algumas seleções africanas aparecem como grandes surpresas capazes de desbancar as favoritas. É só lembrar de Camarões, de Roger Milla; da Nigéria, de Okocha; de Gana, de Essien. Mas, de fato, nunca passaram das oitavas de final num Mundial. Mesmo assim encantaram o mundo com seu estilo de jogo veloz, gingado e muito alegre. Cena mais comum em jogos dos africanos é o largo sorriso dos jogadores nos lances felizes ou infelizes.


Mas por que eles param no caminho? Será que em seu continente conseguirão ir mais longe, chegar à final? As esperanças maiores estão depositadas na Costa do Marfim, de Drogba. Por mais que quase todos os jogadores atuem nos grandes centros, sejam experientes, os técnicos venham de fora, ainda vejo uma certa inocência quando estão juntos em suas seleções. Qualidade têm, e ja mostraram em Olimpíadas - mesmo que possamos duvidar da idade real deles -, mas falta consciência tática quando enfrentam os times renomados. A manha de segurar o jogo, de fechar espaços, de sorrir mas com cautela.


Tatiana Furtado
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Os furiosos


Segue a lista de convocados da Fúria espanhola. Uma das favoritas para a conquista da Copa do Mundo. O técnico Vicent Del Bosque convocou os seguintes jogadores:

1. Iker Casillas
2. Raul Albiol
3. Gérard Piqué
4. Carlos Marchena
5. Carles Puyol
6. Andrés Iniesta
7. David Villa
8. Xavi Hernández
9. Fernando Torres
10. Cesc Fábregas
11. Joan Capdevila
12. Víctor Valdés
13. Juan Mata
14. Xabi Alonso
15. Sergio Ramos
16. Sergio Busquets
17. Álvaro Arbeloa
18. Pedro
19. Fernando Llorente
20. Javi Martínez
21. David Silva
22. Jesús Navas
23. José Manuel Reina
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Os 23 de Maradona

A Argentina divulgou os seus 23 jogadores que irão jogar a Copa do Mundo, com direito a numeração e tudo. Destaque para os seis atacantes de Maradona: Palermo, Higuaín, Aguero, Messi. Tevez e Milton. De assustar né?

1 - Diego Pozo
2 - Martín Demichelis
3 - Clemente Rodríguez
4 - Nicolás Burdisso
5 - Mario Bolatti
6 - Gabriel Heinze
7 - Ángel Di María
8 - Juan Sebastián Verón
9 - Gonzalo Higuaín
10 - Lionel Messi
11 - Carlos Tévez
12 - Ariel Garcé
13 - Walter Samuel
14 - Javier Mascherano
15 - Nicolás Otamendi
16 - Sergio Agüero
17 - Jonás Gutiérrez
18 - Martín Palermo
19 - Diego Milito
20 - Maxi Rodríguez
21 - Mariano Andújar
22 - Sergio Romero
23 - Javier Pastore
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Costa do Marfim

Um time forte em todos os sentidos. Além de uma boa seleção, os marfinenses são fisicamente o time mais forte da Copa. De inexperiente, a equipe não tem nada, já que grande parte do seu elenco atua no poderoso futebol inglês.

Nas Eliminatórias não perdeu nenhum jogo (seis vitórias e seis empates). Não foi bem na Copa das nações africana e acabou eliminada pela Argélia nas quartas de final. Além do ótimo Drogba, no ataque, tem um excelente zagueiro Touré.

Acredito na Costa do Marfim. Acho que se esquecerem a displicência e entrarem para ganhar, vão dar muito trabalho, inclusive para o Brasil. Acho que passam na primeira fase e dependendo dos confrontos, podem ir bem longe.



Time-base: Barry; Eboué, Meité, Kolo Touré e Boka; Yayá Touré, Zokora, Tiené e Koné.; Kalou e Drogba.

Técnico: Vahid Halilhodžić

Ranking da Fifa: 25

Craque: Didier Drogba(Chelsea)



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Coreia do Norte



Quem conhece a Coreia do Norte? Eles já surpreenderam o mundo ao conseguir a classificação para o Mundial. Recentemente tiveram boas atuações em um torneio no mundo árabe. Dizem que jogam com muita velocidade e nos contra-ataques.

Nas eliminatórias foram muito bem. Em 16 jogos, foram nove vitórias, cinco empates e apenas duas derrotas.

Para mim, é uma grande interrogação, mas confesso que não acredito nesta surpresa.


Time-base: Ri Myong-Guk; Pak Chol-Jin, Ri-Jun II, Ri Kwang-Chon e Cha Jong-Hyok; An Toung-Hak, Pak Nom-Chol, Mun In-Guk, Ju Yun-Nam e Hong Yong-Jo; Jong Tae-Se.

Técnico: Kim Jong-Hun.

Craque: Hong Yong-Jo (Rostov, da Rússia)

Ranking da Fifa: 105



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Os convocados dos Estados Unidos


O técnico Bob Bradley divulgou ontem a lista final dos jogadores dos Estados Unidos para a Copa do Mundo.
Goleiros:Brad Guzan (Aston Villa-ING), Marcus Hahnemann (Wolverhampton-ING) e Tim Howard (Everton-ING)
Defensores: Carlos Bocanegra (Rennes-FRA), Jonathan Bornstein (Chivas USA), Steve Cherundolo (Hannover-ALE), Jay DeMerit (Watford-ING). Clarence Goodson (IK Start-NOR), Oguchi Onyewu (Milan-ITA) e Jonathan Spector (West Ham-ING)

Meias: DaMarcus Beasley (Rangers-ESC), Michael Bradley (Borussia Mönchengladbach-ALE), Ricardo Clark (Eintracht Frankfurt/ALE), Clint Dempsey (Fulham-ING), Landon Donovan (Everton/ING), Maurice Edu (Rangers-ESC), Benny Feilhaber (Aarhus/DIN), Stuart Holden (Bolton-ING) e José Torres (Pachuca-MEX)

Atacantes: Jozy Altidore (Villarreal-ESP), Edson Buddle (Los Angeles Galaxy), Robbie Findley (Real Salt Lake) e Herculez Gomez (Puebla-MEX)
Rodrigo Stafford
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Curiosidades das Copas

O gol que não foi

Normalmente os árbitros não gostam de se complicar e acabam o jogo o mais rápido que podem. Ainda mais em Copa do Mundo. Mas alguns extrapolam. Como o juiz Clive Thomas, que apitou a estreia do Brasil na Copa de 78, contra a Suécia. A seleção empatava em 1 a 1 com os suecos, quando teve um escanteio a favor aos 45 da etapa final. A cobrança foi autorizada, Nelinho colocou a bola na cabeça de Zico, que faria o gol da vitória. Mas, sem explicação, o árbitro apitou o fim do jogo com a bola no ar... Muitas reclamações e gol invalidado.



Velhos compadres

Jogar por resultado que interessa a ambos os times em campo é coisa antiga. O problema piora quando os organizadores da copa não são tão espertos. Como em 82, quando os dois últimos jogos da fase de grupos foram disputados em horários diferentes. Claro que a possibilidade das seleções entrarem em campo sabendo o placar necessário aconteceria. E aconteceu com Alemanha e Áustria. Antes do jogo entre elas, a Argélia venceu o Chile. Assim, uma vitória alemã por um gol de diferença garantia ambos na fase seguinte.

Sem disfarçar o combinado, os alemães abriram o placar aos 10 minutos. O restante da partida se limitou a toques de bola no meio-campo, sem qualquer produtividade. E muitas vaias da torcida.
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Chile, candidato a supresa


Entre os candidatos a surpresa, um hermano da América do Sul está entre os postulantes. Com um boa campanha nas Eliminatórias, o Chile teve a sorte de cair em um grupo que tem a Espanha como franca favorita, a Suiça, adversária direto pela vaga e Honduras que vai até a África do Sul para passear.

Os chilenos sçao comandados por 'El Loco' Bielsa, que de maluco não tem nada. O treinador sabe muito sobre táticas e tem a coragem de mudar quando algo não está dando certo. O Chile joga em um ousado 3-4-3, com pontas e muita marcação pressão.

O jogo chave será contra os suiços no dia 21, mas a estreia contra Honduras é fundamental, já que o saldo de gols pode decidir o grupo.

Caso passe pela boa e promissora seleção da Suiça, os chilenos podem amebalar e surpreender.

Rodrigo Stafford

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Brasil



Um dos grandes favoritos, como sempre, o Brasil teve momentos de turbulências nas Eliminatórias, com o técnico Dunga correndo risco de demissão. Mas os problemas passaram e a equipe venceu a copa América e das confederações com autoridade. Além disso, garantiu sua presença na Copa do Mundo ao derrotar a arquirrival Argentina, na casa dos adversários. Em 2006, o time chegou como favorito, mas um grande oba-oba somado com Zinedine Zidane, impediu o hexa. Com Dunga, a festa está mais que proibida.


Para mim, é o time a ser batido. O grande problema da seleção é o lateral-esquerdo. André Santos e Michel Bastos devem ser os escolhidos, mas não convencem.


Time-base: Julio Cesar; Maicon, Lucio, Juan e André Santos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves (Ramires) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano. Técnico: Dunga

Ranking da Fifa: 2


Craque: Kaká (Real Madrid)



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Portugal

Um bom time. Com muita velocidade, os portugueses chegam à Copa do Mundo dependendo de Cristiano Ronaldo. O atacante, que não costuma repetir na seleção, as atuações que tem nos clubes, se jogar bem, pode levar Portugal bem longe.

O time sofreu para se classificar nas Eliminatórias e só garantiu a vaga na repescagem contra a Bósnia. Três brasileiros devem jogar a Copa com a camisa portuguesa: Pepe, Deco e Liédson.

Para mim, terá dificuldades até em se classificar. Acredito mais na Costa do marfim, do que em Portugal. Acho que na hora da decisão, os portugueses vão mal.

Time-base: Eduardo, Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe, Deco, Raul Meireles e Cristiano Ronaldo; Simão e Liédson.

Técnico: Carlos Queiroz

Ranking da Fifa: 4

Craque: Cristiano Ronaldo (Real Madrid)


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Quem será o craque da Copa?



Por mais que todos apostem sua ficha no craque Messi para a Copa do Mundo, não acredito no argentino. O time de maradona é uma grande bagunça tática, o que atrapalha o rendimento do jogador do Barcelona. Cristiano Ronaldo tem o problema de precisar de jogadores mais qualificados que os portugueses para brilhar como faz nos clubes.

Minhas duas apostas são Kaká e Rooney, mas mesmo eles têm problemas. E grandes. Os dois tiveram um tempoarada desgastante e preocupam pelas contusões. O brasileiro por uma pubalgia que o afastou de boa parte da temporada, mas que se realmente, estiver recuperada, será de benefício do jogador, que o fez jogar menos que os outros. O inglês está tratando de um sério problema no tornozelo.


Correndo por fora está o holandês Sneijder. Ele fez uma temporada exuberante pelo Internazionale de Milão e chega voando à Copa do Mundo. Minhas apostas sãos os três e você, quem acha que será o craque da Copa?
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Candidatura do Qatar





Em dezembro deste ano, a Fifa deve realmente fazer seu papel de ONU. Depois da África do Sul, do retorno do Mundial à América do Sul, a entidade pode anunciar a primeira Copa no mundo árabe. O Qatar apresentou candidatura e tem a seu favor o apelo da união das culturas e, muito mais, o caminhão de dinheiro do sheik. Concorre com a Coreia do Sul, Japão e Indonésia. Como os dois primeiros foram os anfitriões em 2002 saem atrás. A indonésia, na Oceania, não tem tanta força.


Um Mundial feito pelos árabes tem fator político importantíssimo, pela aproximação do ocidente com o oriente. Outro mais forte ainda, para o bem e para o mal, é a questão do terrorismo. Tudo bem que no Qatar se passa ao largo dos problemas do Afeganistão, Iraque, Líbano, Palestina. Mas levar 32 seleções e vários turistas ao mesmo tempo para uma região de conflitos tem peso diferente. Talvez a experiência africana tendo bom resultado seja um bom presságio. Mostraria que é possível realizar eventos de grande porte apesar da violência.

Quanto à organização, não há dúvidas de que darão conta do recado. Já tem F-1 no Qatar, no Bahrein, Mundial de clubes da Fifa nos Emirados Árabes. Com muito dinheiro em caixa, sabem fazer belos eventos.


Tatiana Furtado
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Eslováquia



Com apenas 17 anos de existência, a Eslováquia estreará em Copas do Mundo, depois de surpreender nas eliminatórias europeias. Parte da antiga Tchecoslováquia, a seleção eslovaca desbancou a República Tcheca, a outra parte mais famosa, no Grupo 3, do qual foi líder.

Enquanto os tchecos foram à Alemanha e disputaram as últimas edições da Eurocopa, os eslovacos buscam um espaço no futebol. O principal nome do time é o zagueiro Skrtel, do Liverpool.

Pode ser a pedra no caminho da classificação paraguaia, mas esbarra na falta de experiência em competições desse nível.

Time-base: Mucha; Pekarik, Skrtel, Durica e Zabavnik; Strba, Hamsik, Weiss, Stoch e Vittek; Sestak.

Técnico: Vladimir Weiss.

Ranking da Fifa: 31

Craque: Martin Skrtel (Liverpool)

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Nova Zelândia


Na terra do rúgbi, a seleção neozelandesa de futebol vai à Copa com a esperança de tornar o esporte um pouco mais conhecido no país. Sem expressão alguma, os neozelandeses participam do segundo Mundial: o primeiro foi em 82, na Espanha, onde foram facilmente goleados pelo Brasil por 4 a 0.

A seleção conseguiu uma vaga entre as 32 graças à Austrália, que foi disputar as eliminatórias pela Ásia. Num continente sem tradição no futebol, a Nova Zelândia não teve dificuldades e, na repescagem, passou pelo Bahrein.

Fará apenas figuração no grupo, com o sério risco de voltar para casa sem um pontinho sequer.


Time-base: Mark Paston; Sigmundo, Ryan Nelsen e Ivan Vicelich; Leo Bertos, Tim Brown, Simon Elliot e Tony Lochhead; Shane Smeltz, Rory Fallon e Chris Killen.

Técnico: Ricki Herbert

Ranking da Fifa: 80

Craque: Shane Smeltz (Gold Coast, Austrália)



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Inglaterra pode chegar


Um dos times mais perigosos da Copa do Mundo é a Inglaterra. Liderada pelo competentíssimos treinador italiano Fabio Capello, os ingleses são bons em quase todos os setores. Apenas o goleiro e o centroavante não são do melhor nível mundial.

No entanto, um jogador vive uma das melhores fases de sua carreira. Wayne Rooney está numa fase sensacional e tem feito gols alucinadamente, porém, deve chegar à Africa do Sul com uma lesão no tornozelo que pode atrapalhar seu rendimento.

Um time que conta com os talentosos Gerard, Lampard, os competentes Ferdinand e Terry não pode pensar em menos do que chegar a semifinal. E estando lá, qualquer coisa pode acontecer. 

A Inglaterra vem muito forte para conquistar o bicampeonato.


Rodrigo Stafford

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Kaká é craque




A fase ruim de Kaká no Real Madrid traz à tona críticas e dúvidas sobre a qualidade do meia-atacante brasileiro. Injustiça para mim. Kaká é craque e já mostrou isso no São Paulo, no Milan e na seleção brasileira. Não à toa é a grande esperança de talento no meio-campo brasileiro.


As comparações com Cristiano Ronaldo, contratado na mesma época, tentam colocá-lo um patamar abaixo do português, que fez excelente temporada no clube madrileño. Sem dúvida, o atacante se adaptou mais rápido ao futebol espanhol. Mas Kaká sofreu com seguidas lesões e uma delas, a pubalgia, tem difícil tratamento e recuperação. Sua volta aos campos tem alternado entre partidas razoáveis com algumas muito ruins, e logo tem sido sacado por Pellegrini.

Nada disso, no entanto, o torna menos craque, menos jogador do que os demais. Deixando o fora de campo (questões como religião, ser politicamente correto demais e etc...) realmente fora, Kaká está no mesmo nível dos outros e terá a Copa do Mundo para comprovar isso.

Tanta defesa nada tem a ver com os dotes físicos do rapaz. Que fique claro!

Tatiana Furtado
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Itália



Quatro anos depois de conquistar o tetracampeonato, a seleção italiana chega à África, como virou hábito, sob a desconfiança da torcida e da imprensa. Sem ter tido grandes revelações nesse período, vai disputar o Mundial com uma equipe experiente, porém envelhecida.

Além disso, o retrospecto atual não é muito favorável. Não sofreu para se classificar nas eliminatórias, mas fracassou na Eurocopa-2008, ficando nas quartas de final. O técnico Roberto Donadoni foi demitido e Marcello Lippi, que levou a seleção ao tetra, voltou. O que não mudou muito: ficou na primeira fase da Copa das Confederações, com derrota para o Egito.

Para mim não vai encontrar dificuldades para passar às oitavas de final, porém não parece ter time para ir muito longe. Assim também achávamos em 2006.


Time-base: Buffon; Zambrotta, Chiellini, Legrotallie e Grosso; Pirlo, De Rossi, Camoranesi e Palombo; Iaquinta e Gilardino

Técnico: Marcello Lippi

Ranking da Fifa: 4

Craque: Gianluigi Buffon (Juventus)



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Paraguai



Sem Salvador Cabañas, que esteve entre a vida e a morte e ainda se recupera do tiro na cabeça, a seleção paraguaia perde em qualidade e em poder de definição. Mesmo assim chega com um time forte e bastante maduro, que contará com Cardozo, substituto do carrasco do Brasil. O atacante Roque Santa Cruz ganha assim o status de craque da equipe.

Os paraguaios fizeram um ótimo início de Eliminatórias, conseguiram a classificação antecipada, mas terminaram atrás de Brasil, Chile e Argentina.

Para mim, conseguirá a classificação como o segundo no seu grupo se não houver surpresas.


Time-base: Villar; Verón, Cáceres, Da Silva e Morel Rodríguez; Victor Cáceres, Enrique Vera e Santana; Cardozo, Roque Santa Cruz e Haedo.

Técnico: Gerardo Martino.


Ranking da Fifa: 29


Craque:Roque Santa Cruz (Manchester City)




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Leonardo, sucessor de Dunga


Muito se fala sobre a sucessão de Dunga na seleção brasileira. mas, o fato que ao mudar seu discurso (antes dizia que não ficaria na seleção independente do resultado e agora diz que a decisão é do presidente da CBF), mostra que se não fizer uma péssima Copa, Dunga será mantido no cargo.

Caso isso não ocorra, o nome de Leonardo é visto com ótimos olhos. Inteligente, esclarecido e calmo, ele seria um bom substituto para Dunga, nos olhos da CBF. Ainda mais para melhorar a imagem do treinador da seleção brasileira após os quase quatro anos de patadas do atual treinador.

Leonardo fez um bom trabalho no Milan. Os jogadores o adoram. E sai do Milan porque não conquistou títulos. E nem poderia, já que o time foi até onde dava, chegando em terceiro no Italiano.


Particularmente, gosto de Leonardo, mas não para seleção. Para mim, este cargo, assim, como a convocação, é de merecimento. E Leonardo ainda não fez por merecer. gostaria de ver um treinador com mais currículo que o novato treinador.
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Ninguém fala na Alemanha




Dizer que a Alemanha é uma das favoritas ao título é apenas pró-forma por se tratar da tricampeã. De fato, não se ouve muitos elogios à seleção, nem tem se dado muito crédito. Mas, independentemente do histórico alemão, eles vão brigar sim pela taça.


O time pode não ser vistoso, mas não levou sustos nas Eliminatórias e vem com a base que chegou às semifinais em 2006. Podolski, Lahm, Klose estão longe de serem craques, mas funcionam bem na equipe que está entrosada e é bastante perigosa. Perderam há pouco tempo em amistoso contra a Argentina, outra favorita. O que não diz muito. Jogo de Copa, à vera, é outra coisa. E os alemães sabem como jogar quando vale.

Portanto, não será surpresa alguma ver novamente os alemães entre as quatro melhores seleções do mundo. Não por jogarem o que alguns nem consideram futebol, mas pelo futebol de força, extremamente tático e de resultado. A maioria não gosta, mas tem dado certo


Tatiana Furtado
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Japão


Após uma campanha pífia em 2006, quando ficou na primeira fase sob o comando do técnico Zico, a equipe japonesa tenta uma classificação mais honrosa na África do Sul. O time não conta com craques reconhecidos, sendo sua principal referência o meia Nakamura, do Espanyol. Além de contar com a velocidade de sempre.

Como de praxe, um brasileiro naturalizado japonês defenderá a equipe do sol nascente. Desta vez, será o zagueiro Marcus Túlio Tanaka.

Novamente não deve passar da primeira fase no Mundial num grupo que tem Holanda, Dinamarca e Camarões.

Time-base: Kawashima; Uchida, Nakazawa, Marcus Túlio e Nagatomo; Hasebe, Endo, Nakamura e Matsui; Ozaki e Tamada.
Técnico: Takeshi Okada


Ranking da Fifa: 46

Craque: Marcus Túlio Tanaka (UR Diamonds)




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Camarões



Em sua sexta participação em Copas, desta vez no seu continente, Camarões deposita suas esperanças em Eto´o. O atacante da Inter de Milão, que inspirou a logo do Mundial, vai ter que superar um problema comum aos craques: jogar na seleção o mesmo futebol que encanta os torcedores dos clubes por onde passou.

Só assim para repetir a melhor classificação na história dos Leões Indomáveis em Mundias: as quartas de final em 90, comandada por Mila. O retrospecto recente, no entanto não é bom. Suou para garantir vaga na África do Sul e caiu nas quartas de final da Copa das Nações Africanas diante do Egito.

Deve brigar com a Dinamarca pelo segundo lugar do grupo.


Time-base: Kameni; Nkoulou, A. Song, E. Song e Assou Ekotto; Nguemo, Geremi, Makoun e Gemana; Webo e Eto'o.

Técnico: Paul Le Guen

Ranking da Fifa: 20

Craque: Samuel Eto'o (Internazionale de Milão)



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Ajuda custo aos clubes



No fim do ano passado, a Fifa decidiu premiar com dinheiro os clubes que vão ceder jogadores às seleções do Mundial. A entidade vai entregar 40 milhões de dólares às associações de cada país e a conta deve ser algo em torno de mil euros por dia por cada atleta durante o torneio. Muito justo.

Acho certo os clubes terem essa espécie de seguro por seus atletas. Apesar de ser a competição principal do futebol, a Copa do Mundo acontece só de quatro em quatro anos. Nos outros anos, são os clubes que bancam os jogadores, que têm todos os bônus e os ônus. O Mundial é uma vitrine para valorizar seus atletas, mas também atrapalha a preparação do time pelas seguidas convocações e o tempo que passam nas seleções.

Ao mesmo tempo, a Fifa (que não está sendo boazinha apenas) se resguarda de brigas com os times por causa de atletas lesionados durante a Copa. Com o dinheiro no bolso, nenhum clube poderá mover ação contra a entidade no TAS (Tribunal Arbitral do Esporte).


Tatiana Furtado
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Por que Josué?


Um dos jogadores mais questionados da nova era Dunga, Josué está presente em quase todas as convocações do treinador. Volante que marca muito e arrisca pouco na marcação, ele é capitão e idolatrado no Wolfsburg desde 2007

Mas como o brasileiro tem memória curta, vamos relembrar que em 2006, quando o São Paulo conquistou o primeiro título do tricampeonato, muita gente pedia Josué na seleção.

O técnico Leão, uma vez na seleção brasileira, convocou o volante Leomar e disse que ele era um jogador nota 7. Josué joga muito mais que Leomar e nesta escala seria nota 9. É um bom volante. Mas não é jogador com nível para jogar na seleção brasileira, ainda mais quando alguns jovens de sua posição se destacam no futebol europeu como Denílson (arsenal), Lucas (Liverpool), Thiago Motta (Internazionale).

Mas como o Dunga convoca por confiança e gratidão, a convocação é muito justa!
Rodrigo Stafford
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Holanda


Conhecida tanto pelo belo futebol quanto por nadar e morrer na beira da praia, a Holanda chega à Copa do Mundo com um belo time e com baluartes como Seedorf e Van Nisterooy fora.

Sem perder há 16 partidas, a equipe chega confiante e em um grupo equilibrado nas Eliminatórias, com Noruega e Escócia, venceu todos os seus oito jogos.

O trio ofensivo formado por Sneijder, Robben e Van Persie é rápido e inteligente, podendo levar seus marcadores à loucura. Vai longe no Mundial, mas como sempre, não leva.


Time-base: Stekelenburg; Van der Wiel, Oijer, Mahijsen, Van Bronckhorst; De Jong, Van Bommel, Kuyt e Sneijder; Van Persie e Robben.

Técnico: Bert van Marwijk.

Ranking da Fifa: 3

Craque: Arjen Robben (Bayern de Munique).


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Dinamarca


Talvez a maior surpresa mundial nas Eliminatórias, os dinamarqueses deixaram Portugal na repescagem, além de Suécia e Hungria fora da Copa.

Com um time bem equilibrado, com o bom zagueiro Agger atrás, o voluntarioso Cristian Poulsen no meio e na frente o veterano Tomasson com a companhia do goleador Nicklas Bendtner.

A equipe comandada por Morten Olsen vai disputar a vaga com Camarões e deve ter nas quartas de final, seu maior limite.


Time-base: Sorensen; Jacobsen, Jjaer, Agger e Jakobsen; Christian Poulsen, jakob Poulsen, Rommedahl e Jorgensen; Tomasson e Bendtner.

Técnico: Bert van Marwijk.

Ranking da Fifa: 34

Craque: Tomasson (Feyenoord).


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A evolução australiana


Um dos países que mais evoluiu no cenário futebolístico mundial, a Austrália tem como base o investimento nos jovens. Este trabalho pode ser aferido com as boas campanhas no Mundial Sub-17 de 1999 (vice-campeã) e Sub-20 1993 (quarta colocada). Outras grandes campanhas foram os Jogos Olímpios de 1992 (quarta colocada) e Copa das Confederações em 97 (vice-campeã) e 2001 (terceira colocada).

O futebol sempre foi renegado entre aos australianos, em relação ao rugby, a grande paixão nacional, mas com alguns estrangeiros jogando no país (casos de Juninho paulista, Romário, entre outros) aumentou o interesse, neste que atualmente é um dos grandes exportadores de jogador para o Campeonato Inglês.

A grande cartada dos dirigentes foi conseguir trocar o local das Eliminatórias. Antes, a Austrália disputava vaga com a Oceania, onde enfrentava péssimos adversários como Nova Zelândia e Samoa. Agora, na Ásia, pega times com maior qualidade, assim evoluindo seu futebol.

A Austrália vai para sua terceira Copa (74 e 2006), na última, surpreendeu o mundo ao se classificar num grupo com Brasil, Croácia e Japão. Nas oitavas, acabou eliminada pela campeã Itália, com um pênalti duvidoso, já no fim da partida.

Em um grupo complicado (com Alemanha, Sérvia e Gana), os australianos terão que suar muito, mas com um pouquinho de sorte podem se classificar. Alguém duvida?
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